MINIARTIGO

(SÉRIE “TOMADA DE DECISÃO”)

 —- GESTÃO PÚBLICA —-

QUESTÃO:

  • “O MAIOR PROBLEMA DOS GOVERNOS BRASILEIROS É POLÍTICO, ECONÔMICO OU DE GESTÃO?”
  • INTRODUÇÃO.

A “falta ou inadequada avaliação da eficiência do processo e da eficácia do produto / resultado governamental” —- visão Falha para analisar a competência ou incompetência quanto á produtividade governamental” —- é a raiz da fragilidade e decadência moral e operacional da gestão pública nas diversas esferas (federal; estadual; municipal) governamentais —- equipes de governo e de estado inclusas.

As entidades:

(1) “equilíbrio fiscal” como principal foco da macro economia e

(2) “modelo político adequado” como foco central dos esforços da classe política brasileira são, por si só, insuficientes para correção do rumo da sociedade brasileira no sentido do crescimento do Brasil com maior equilíbrio social.

A visão de futuro necessária a condução da nação brasileira para melhores momentos nacionais é totalmente dependente da capacidade de gerenciamento exercida pelos personagens integrantes das equipes de governo e de estado.

Modelos e metodologias de gestão ou para a gestão governamental devem prevalecer para alcance da eficácia das políticas públicas com equilíbrio fiscal no particular quando do “aumento do gasto social com frágil gestão desse mesmo gasto social” —- a metodologia “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN; MARCA PRÓPRIA” como resposta.

Políticas públicas não eficazes (visão resultado ou produto não aceitáveis pela população brasileira) e não eficientes (visão uso dos recursos ou processos exercidos com desperdícios) não contribuem para o desenvolvimento econômico do país —- modelos / metodologias para gestão pública em ação.

Criar mecanismos para avaliar a eficiência (custos dos processos) e a eficácia (resultados / benefícios alcançados com os produtos / serviços gerados) dos gastos com as políticas públicas governamentais é o caminho viabilizado por metodologias com foco (1) qualitativo e (2) quantitativo corretos e lógicos.

O objetivo (a narrativa) e a meta (a mensuração da narrativa) das políticas públicas devem ser claras / devem demonstrar o que foi ou não alcançado (governança – transparência e responsabilidade ás ações / projetos governamentais) —- a ênfase à “Gestão do conhecimento” e à “Gestão de indicadores / métricas” como base para o treinamento das equipes de governo e de estado.

A gestão do conhecimento associada à família de indicadores / métricas norteadas por parâmetros da gestão é fundamento para avaliação do impacto das políticas públicas junto ao processo de transformação da sociedade brasileira —- o horizonte “presente / futuro” da sociedade brasileira em ação.

A política pública não pode ser avaliada contando apenas o número de beneficiários —- a demonstração do impacto na progressão da nação brasileira no foco (ênfase ao “Stress da decisão da política pública”).

MUITO IMPORTANTE

O BRASIL GASTA MUITO E MAL.

GASTOS PÚBLICOS ELEVADOS COM POUCA EFICÁCIA E EFICIÊNCIA / A BAIXA PRODUTIVIDADE GOVERNAMENTAL.

A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO.

A incapacidade da gestão governamental brasileira de lidar com a “visão de risco” assusta aos mais íntimos de modelos e metodologias para gestão.

O “risco” como entidade única para (1) “benchmark” entre políticas públicas e para (2) processos de escolha com hierarquia para alocação de recursos escassos é de valor inestimável aos processos decisórios —- a “Mediocridade decisória governamental exposta”.

A “inexistência de planos alternativos de ação” derivados da “não viagem virtual no espaço / tempo gestional” demonstra de forma inequívoca “planejamento e controle estratégico e tático governamental insuficiente” á medida que “aditivos de contrato” irregulares ou mal feitos são regra / prática comum quando da atual gestão pública —- a atividade de espionagem / de inteligência do negócio realçada.

A proliferação da produção de dados e a verborragia explicativa ou justificativa do não cumprimento de metas, objetivos, estratégias, projetos com atrasos e “enxurradas de promessas não cumpridas” geram descrédito e desconforto com a administração pública brasileira.

Análises sensatas e com honestidade de propósitos são escassas —- o desmantelamento da vertente “prevenção; detecção; correção” como eixo central de modelos / metodologias de gestão em ação.

  • MUITO IMPORTANTE:

A “ABERTURA DA PORTA” PARA FRAUDES, ROUBOS, FURTOS, ESPIONAGEM, SABOTAGEM COMO NORMALIDADE.

A CONDUTA / POSTURA DO “EU NÃO SABIA” COMO DESFAÇATEZ DE AUTORIDADES E CORRUPTORES.

O não aprendizado / a repetição contumaz de atos ilícitos no aprendizado no ambiente governamental é fato relevante para a assertiva “derretimento por falta de ferramentas e instrumentos adequados dos atuais modelos / metodologias da gestão governamental”.

Focar políticas públicas nos grupos sociais mais vulneráveis tanto na perspectiva econômica quanto tecnológica é o cerne para boas práticas quando dos gastos governamentais.

A lógica é “mensurar o gasto da política pública voltada á ciência e tecnologia e seus reflexos na diminuição das desigualdades sociais”.

O “benchmark” das políticas públicas brasileiras com foco nos seus resultados, vis á vis, aquelas de outros países é prática recomendável para a credibilidade governamental.

MUITO MAIS IMPORTANTE:

POPULISMO + CORRUPÇÃO + INCOMPETÊNCIA É IGUAL A “QUEBRADEIRA”.

A “chaga governamental brasileira” é caraterizada pela assertiva “ser incompetente para a gestão ou operação da função exercida é ser desonesto”.

Os principais momentos para uma gestão pública que agregue valor à sociedade no horizonte “presente / futuro” implica na vigência de:

1 – auditoria da gestão e da operação do negócio governo atuante.

2 – ênfase à teoria da agência governamental.

3 – competência dos integrantes dos Conselhos Fiscal e de Administração.

4 – força à análise de compliance com viés direcionado à customização / adaptação e à inovação / pioneirismo.

Finalmente, a existência de “sistema de informação da decisão” lastreado pela tecnologia da informação (TI) é de todo recomendável.

CONCLUSÃO.

O exercício de “ferramentas e instrumentos para gestão do desenvolvimento de projetos e da operação do negócio governo” deve ser base para funcionamento de todo “plano de governo”.

O casamento de intenções com realizações.

A velocidade da mudança na sociedade atual pede governos mais leves e ágeis com o comando da inovação e do pioneirismo no ordenamento regulatório —- leis e normas sofrem rápido processo de deterioração diante da característica principal do século XXI —- “intensas e rápidas mudanças no processo / produto organizacional e da sociedade / mercado”.

As metodologias para (1) gestão e operação e correspondente (2) auditoria de negócios privados ou governamentais (1) “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN / MARCA PRÓPRIA” e (2) “AUD;CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN / MARCA PRÓPRIA” viabilizam a utilidade para as ferramentas tecnológicas “sistema de informação decisão” e “stress decisório com TI”.

O uso da tecnologia da informação (TI) melhor justifica metodologias para processos decisórios quando da logística, da controladoria e da gestão de pessoas no ambiente organizacional.

Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização governamental ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação —- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo.

Incorporar nova lógica, práticas e tecnologias para a gestão de negócios privados ou governamentais é momento atual das organizações e governos vencedores neste século XXI.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado —- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas —- na atividade “Processos Decisórios – A Tomada de Decisão – Gestão Pública” com uso das ferramentas tecnológicas “sistema de informação decisão” e “stress decisório com TI” deve ser analisada e revisada.

O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar “Sistema de Informação Decisão” e “Stress Decisório com TI”.

4 – BIBLIOGRAFIA.

1 — LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .

2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.

3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR — 2012.

4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÀO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL — 2012.

5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).

7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

8 — LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ — PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.

9 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; NAPOLEÃO VERARDI GALEGALE —- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

10 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR —- EDITORA JURUÁ-PR —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil

  • PROFESSOR TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • PROFESSOR DE DOUTORADO E DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP).
  • DOUTOR E MESTRE PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) COM TESE E DISSERTAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI).
  • OFICIAL DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL, FORMADO PELA ESCOLA NAVAL DO RIO DE JANEIRO (BRASIL) —- SERVIU NO CONTRATORPEDEIRO “PERNAMBUCO” (4) ANOS E NA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) (4) ANOS DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL.
  • EXECUTIVO E CONSULTOR DE EMPRESAS PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS NO BRASIL
  • AUTOR DE VINTE E UM LIVROS NO BRASIL E DE UM LIVRO EM PORTUGAL — EDITORA SARAIVA; EDITORA ATLAS; EDITORA SENAC – SP (SÃO PAULO – BRASIL); EDITORA ÁGORA (RIO DE JANEIRO — BRASIL); EDITORA  JURUÁ (CURITIBA – PARANÁ); PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA (LISBOA – PORTUGAL) —- OITENTA MIL EXEMPLARES VENDIDOS.
  • CONSULTOR, PALESTRANTE E COM ARTIGOS NOS ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, ESPANHA, PORTUGAL, ISRAEL, MÉXICO, ARGENTINA, URUGUAI, PANAMÁ.