MINIARTIGO

PROCESSOS DECISÓRIOS

(SÉRIE “TOMADA DE DECISÃO”)

— ÊNFASE AO CONTROLE INTERNO —

—- GESTÃO DE PESSOAS —-

QUESTÃO:

  • “A GESTÃO DO “CICLO DE VIDA FUNCIONAL” É RESPONSABILIDADE DA ÁREA DE GESTÃO DE PESSOAS? —- A UTILIDADE DO CONTROLE INTERNO —-”
  • INTRODUÇÃO.

Da admissão ao desligamento / saída do profissional (ciclo de vida funcional) a área da gestão de pessoas deve contribuir para a obtenção do melhor desempenho —- foco produtividade e segurança e consequente ênfase à meritocracia —- dos profissionais das organizações privadas ou públicas.

O conhecimento das especificidades do desenvolvimento e operação de cada cargo ou função exercidos na empresa é vital para o bom trabalho dos profissionais da área de gestão de pessoas com reflexos nos resultados operacionais ou financeiros dos negócios.

O desafio inicial está no como conhecer as características de cada atividade / tarefa a cada momento histórico do ciclo de vida funcional exercida / desempenhada pelo colaborador da entidade objeto de atuação do profissional de gestão de pessoas.

O sistema de controle interno —- a documentação para o exercício e, correspondente, gestão do processo / produto dos negócios privados ou governamentais —- é a base para conhecimento da cultura organizacional segundo a qual o comportamento profissional deve ser trabalhado —- profissionais da área de gestão de pessoas devem conhecer o sistema de controle interno da organização na qual atuam.

No particular, conhecer a utilidade de telas de entrada e saída e relatórios obtidos por funções vitais ás linhas de negócio e áreas organizacionais, na perspectiva das estratégias das entidades privadas ou públicas, é um belo caminho para contribuição, em consonância com a vertente “governança da qualidade da sustentabilidade”, da área de gestão de pessoas ao alcance das estratégias organizacionais consoante a perspectiva da utilidade dos profissionais do negócio  —- a documentação de sistemas aplicativos no foco.

Mas, tudo começa com o plano estratégico do negócio?

Sim.

Mas, missão, políticas e resultados anuais objetivados compõem o “mix” de macro conhecimento decisivo para a estrutura do controle interno de cada unidade de negócio organizacional e, portanto, devem ser considerados quando da atuação da área de gestão de pessoas na busca da sintonia perfeita da cultura organizacional com o comportamento profissional.

MUITO IMPORTANTE.

O DINAMISMO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO, TAMBÉM, É DE RESPONSABILIDADE DA ATIVIDADE DE GESTÃO DE PESSOAS.

Então, “escolha” é a palavra – chave para início do processo de gestão do “ciclo de vida funcional”, a partir da característica de mutabilidade / instabilidade do controle interno, decorrente dos trabalhos da área de gestão de pessoas?

Sim.

E, profissionais atuantes com as tecnologias de gestão de pessoas devem assumir os riscos de suas escolhas quando do tratar o “ciclo de vida funcional”.

Mas, CÉUS, agora além de “ciclo de vida funcional”, “controle interno”, “escolha”, também, temos “risco” para o exercício da função “gestão de pessoas”.

É claro, COLEGAS.

Processos decisórios são exercidos na perspectiva de “caldo de cultura” organizacional —- a “Ciência da Gestão é a Ciência da Decisão”.

Toda decisão ocorre no amanhã e, portanto, é contingente / incerta necessitando de abordagem de risco para orientação ao processo de escolha da decisão a adotar quanto ao “ciclo de vida funcional” —- a área de gestão de pessoas deve conhecer o tratamento da controle interno na perspectiva do risco organizacional para maximizar sua atuação junto ao desenvolvimento e á operação funcional de executivos, gestores, profissionais especializados e demais trabalhadores das entidades privadas ou governamentais.

A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO.

“Projetos de vida funcional” devem ser elaborados pela área de gestão de pessoas —- por equipes de trabalho e nos casos que justifiquem de forma individual —- para ações / decisões que visem a evolução do negócio baseada na sintonia do comportamento profissional com a cultura organizacional.

O amanhã organizacional é o foco e profissionais de gestão de pessoas precisam conhecer as estratégias organizacionais e seus respectivos projetos de mudança para poder delinear os “projetos funcionais”.

Esses projetos funcionais devem ser compartilhados entre diversas área do negócio:

1 – área de gestão de pessoas com a responsabilidade de comandar em termos de viabilização financeira e técnica – operacional (visão da utilidade do conteúdo) a evolução funcional.

—- ações de busca e contratação do mercado dos profissionais mais aderentes para a sintonia do comportamento profissional à cultura organizacional.

—- a capacidade de inovação e de replicar conhecimentos é condição sine qua non para o comportamento profissional —- a mutabilidade do controle interno como oportunidade e restrição.

2 – áreas de logística e de controladoria com o determinar e evoluir as especificações técnicas e operacionais do conteúdo funcional de cada profissional integrante de equipe / projeto / área / linha de negócio —- o “ciclo de vida funcional” associado a especificações da vertente “problema; estratégia; projeto; solução”.

—- a contribuição (conformidade; governança; riscos) de analistas de compliance via tratamento do controle interno como base para o exercício das funções organizacionais.

—- a metodologia de gestão e as responsabilidades da assessoria de planejamento e controle de gestão com a vertente “governança da qualidade da sustentabilidade”.

—- a auditoria operacional e da gestão dos negócios privados ou governamentais com base na entidade “controle interno” como definidora do processo / produto da gestão.

Particularmente, os momentos da ferramenta “controle interno” são estabelecidos como:

1 – planos com estratégias organizacionais definidas.

2 – normas e regulamentos organizacionais.

3 – documentação de sistemas de informações com TI.

4 – contratos com organizações parceiras.

5 – documentação de projetos organizacionais.

6 – legislação federal, estadual, municipal.

7 – regulamentações profissionais.

Mas, gestão de pessoas abarca toda a lógica da dinâmica organizacional?

SIM, COLEGA DA ÁREA DE GESTÃO DE PESSOAS.

O século XXI exige a integração sistêmica com intenso conhecimento inter-áreas.

                                                                                      MUITO IMPORTANTE.

O “STRESS” DOS PROCESSOS DECISÓRIOS NO AMBIENTE DO “CICLO DE VIDA FUNCIONAL” DEVE SER EFETUADO COM A ENTIDADE “CONTROLE INTERNO”.

CONCLUSÃO.

O exercício da lógica do controle interno pelos profissionais da área de gestão de pessoas propicia a base para excelência no funcionamento do “plano de negócio”.

As metodologias para (1) gestão e operação e correspondente (2) auditoria de negócios privados ou governamentais (1) “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN / MARCA PRÓPRIA” e (2) “AUD; CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN / MARCA PRÓPRIA” viabilizam a utilidade do emprego da entidade controle interno como base para atuação da área de gestão de pessoas junto ao “ciclo de vida funcional”.

Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização governamental ou aos alunos de seus cursos de pós-graduação —- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo.

Incorporar nova lógica, práticas e tecnologias para a gestão de pessoas é momento atual das organizações e governos vencedores neste século XXI.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado —- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas —- na atividade “Gestão de Pessoas” com uso das ferramentas tecnológicas “controle interno” e “stress do ciclo de vida funcional” deve ser analisada e revisada.

O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar o “Stress do Ciclo de Vida Funcional”.

4 – BIBLIOGRAFIA.

1 — LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .

2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.

3 – LIVRO: “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA SARAIVA DE SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO DIGITAL – WWW.SARAIVAUNI.COM.BR — 2012.

4 – LIVRO “BALANÇO INTELECTUAL” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; JOSÉ CARLOS ARNOSTI – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÀO 2010 E EDIÇÃO DIGITAL — 2012.

5 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

6 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).

7 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

8 — LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ — PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.

9 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; NAPOLEÃO VERARDI GALEGALE —- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

10 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR —- EDITORA JURUÁ-PR —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil

  • PROFESSOR TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • PROFESSOR DE DOUTORADO E DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP).
  • DOUTOR E MESTRE PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) COM TESE E DISSERTAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI).
  • OFICIAL DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL, FORMADO PELA ESCOLA NAVAL DO RIO DE JANEIRO (BRASIL) —- SERVIU NO CONTRATORPEDEIRO “PERNAMBUCO” (4) ANOS E NA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) (4) ANOS DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL.
  • EXECUTIVO E CONSULTOR DE EMPRESAS PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS NO BRASIL
  • AUTOR DE VINTE E UM LIVROS NO BRASIL E DE UM LIVRO EM PORTUGAL — EDITORA SARAIVA; EDITORA ATLAS; EDITORA SENAC – SP (SÃO PAULO – BRASIL); EDITORA ÁGORA (RIO DE JANEIRO — BRASIL); EDITORA  JURUÁ (CURITIBA – PARANÁ); PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA (LISBOA – PORTUGAL) —- OITENTA MIL EXEMPLARES VENDIDOS.
  • CONSULTOR, PALESTRANTE E COM ARTIGOS NOS ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, ESPANHA, PORTUGAL, ISRAEL, MÉXICO, ARGENTINA, URUGUAI, PANAMÁ.