“O PATRIMÔNIO / A DECISÃO / O RISCO”

A RESPONSABILIDADE DO CONTADOR (A) NO MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL (MCO)

A INTERDEPENDÊNCIA “CIÊNCIA CONTÁBIL / CIÊNCIA DA GESTÃO” NO SÉCULO XXI

A QUESTÃO CONTÁBIL EM “MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL — MCO” QUE NÃO QUER CALAR.

  • DEVE O CONTADOR (A) DISPONIBILIZAR “CONHECIMENTO CONTÁBIL” PARA A SUSTENTABILIDADE PATRIMONIAL NO MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL (MCO)? —- A TOMADA DE DECISÃO E A GESTÃO DO RISCO EM AÇÃO.
  • INTRODUÇÃO.

 É suficiente o Gestor do Negócio trabalhar as variáveis “Gestão do Fluxo de Caixa” e “Gestão da Tomada de Decisão para Redução de Custos” no “Momento de Crise Organizacional” (MCO)?

Ou, deve o Contador (a) assessorar o Gestor do Negócio com “conhecimento contábil” acerca da evolução da variação patrimonial inerente / relativa à “gestão do risco da decisão MCO”?

Talvez, seja mais importante o consumo de “conhecimento contábil” na perspectiva da “sustentabilidade patrimonial MCO”, ou seja, para “Gestão do não esgotar ou reciclar no presente os recursos organizacionais (humanos; materiais; tecnológicos; financeiros) necessários para maior alavancagem patrimonial quando da recuperação do mercado / negócio”.

Evidentemente, o Contador (a) necessita de maior expertise nas práticas da tomada de decisão para atuação em tempo real junto ao processo / produto de inserção da variável “contingência; incerteza; risco” quando do “ciclo de vida da decisão MCO” —- os elementos “gestão”, “decisão”, “risco” como ingredientes indispensáveis á mensuração da variação patrimonial no horizonte “presente / futuro” —- a “sustentabilidade patrimonial MCO” em ação.

Processos de desenvolvimento sustentável organizacional precisam considerar o “MCO”, na perspectiva da variável “contingência; incerteza; risco”, como entidade indissolúvel da “sustentabilidade patrimonial MCO”.

Algumas restrições para maior inclusão do “conhecimento contábil” junto ao “ciclo de vida da decisão MCO” são:

  • NO AMBIENTE ACADÊMICO.

Algumas disciplinas nos cursos de pós graduação de Contabilidade ou de Controladoria como “Contabilidade Estratégica”, ou “Controladoria Estratégica” perseguem a linha de raciocínio —- “maior inclusão de conhecimento contábil junto ao ciclo de vida da decisão no momento de crise organizacional (MCO)” —- mas infelizmente, na maioria dos casos pecam pela visão estritamente contábil – financeira, colocando a abordagem da gestão da tomada de decisão em plano bastante inadequado.

Outra fragilidade está na capacitação do docente com visão bastante teórica ou limitada ao não especular o “processo decisório” nas dimensões:

1 — qualitativa (gestão do conhecimento) com tecnologias de CI ou de BI ou ainda tecnologias alternativas para vasculhar o horizonte “presente / futuro” —- o paradigma da qualidade “espinha de peixe” de ISHIKAWA em ação.

2 — quantitativa com indicadores / índices baseados, estritamente, nas métricas monetárias com exclusão da utilidade das métricas não monetárias .

  • NO AMBIENTE PROFISSIONAL.

O baixo nível de treinamento e experiência com atividades / tarefas / práticas de negociação e participação —- a sintonia da “cultura organizacional” com o “comportamento profissional” —- direciona a maioria dos Contadores (as) para assumir as normas e práticas contábeis como único norte para o exercício de suas atividades quando dos processos decisórios no ambiente “MCO”.

A fragilidade de conhecimentos na área da “governança da qualidade da sustentabilidade” e formas para sua aplicação junto ao processo / produto no horizonte “presente / futuro” do negócio é outra dificuldade comum a Contadores (as) para exercício da vertente “incluir conhecimento contábil junto ao processo / produto do ciclo de vida da decisão MCO”.

MUITO IMPORTANTE.

A “SUSTENTABILIDADE PATRIMONIAL MCO” DEVE CONSIDERAR O “MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL — MCO” COMO ELEMENTO NORTEADOR DO “CONHECIMENTO CONTÁBIL” A APORTAR AOS PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO —- O ATUAL MOMENTO HISTÓRICO BRASILEIRO COMO PARADIGMA.

  • A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO

As práticas de “Impairment” (Recuperabilidade de Ativos) a partir das “decisões MCO” adotadas tornam-se objeto da variável “contingência / incerteza / risco” a medida que cenários futuros alternativos do negócio são objeto das ações / projetos desencadeados por gestores —- o tratamento do “impairment” interno ao negócio no foco.

O foco da explicitação dos impactos patrimoniais da crise do negócio na perspectiva do horizonte “presente / futuro” —- ativos serão objeto de valores monetários de mercado ou serão alienados como “sucata”?

Mudanças de ou nas linhas de negócio, novas áreas / ambientes de comercialização, novas destinações funcionais a ativos / recursos organizacionais, novas utilidades a produtos ou serviços são dentre muitas opções aquelas que podem retirar a entidade de sua situação de crise e, portanto, a possibilidade de impacto patrimonial de cada opção decisória deve ser apurado e será de grande valia na decisão para escolha do cenário futuro considerado mais promissor e factível por acionistas, executivos e gestores —- o “Conhecimento contábil para a decisão MCO” em sua plenitude.

O apetite por risco do tomador de decisão deve ser espelhado / norteado por “conhecimento contábil MCO” como momento de atuação do Contador (a) do século XXI.

A ciência contábil como ciência do patrimônio e a ciência da gestão como ciência da decisão têm seu ponto de convergência máxima quando de momentos de crise organizacional (MCO) devido á necessidade de total conhecimento das entidades (1) variável “contingência ; incerteza; risco”; (2) elemento “cenário futuro”; (3) visão “sustentabilidade patrimonial”.

O equívoco —- quanto á utilidade nos processos decisórios —- dos contadores (as) na projeção de índices / indicadores contábeis é irrefutável, particularmente, nas situações inerentes ao “MCO” quando a variável “contingência; incerteza; risco” torna-se o elo central do “ciclo de vida da decisão” —- a “viagem no espaço / tempo gestional” no foco.

As ideias de (1) “não recorrência” —- de mais fácil identificação, interpretação e aplicação —- e de (2) “acaso” —- onde a capacidade de fazer valer sua opção principal, sem descuidar das alternativas de ação, torna organizações vencedoras —- são testemunhos  inequívocos que a visão projeção de índices / indicadores contábeis tem pequena contribuição para o ciclo de vida da decisão —- simulação como ideia central do processo / produto de tomada de decisão.

Acresce a velocidade e intensidade das mudanças do processo / produto organizacional, do mercado e da sociedade e temos o caldo cultural e profissional para a sustentabilidade organizacional no século XXI.

Metodologias para tomada de decisão devem considerar situações “MCO” e precisam incorporar a ideia de “sustentabilidade patrimonial” para tornar organizações vencedoras diante das turbulências organizacionais, particularmente, aquelas de natureza técnico – operacionais deste século da mudança (o século XXI).

Toda metodologia para processos decisórios atende á vertente “problema; estratégia; projeto; solução” regulada por tecnologias de (1) “gestão do risco”, de (2) “gestão comportamental”, de (3) “gestão de meritocracia” —- a metodologia “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN; MARCA PRÓPRIA” como paradigma para metodologias de tomada de decisão dos negócios privados ou governamentais.

  • OBSERVAÇÃO.

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  • CONCLUSÃO

A “sustentabilidade patrimonial” é tecnologia ímpar para processos decisórios vencedores nos “momentos de crise organizacional (MCO)” sendo conhecimento obrigatório para equipes decisórias dos negócios privados ou governamentais.

O exercício das práticas “sustentabilidade patrimonial MCO” são diferencial competitivo para pessoas físicas e pessoas jurídicas.

A “governança da qualidade da sustentabilidade MCO” é vertente decisiva para processos decisórios vencedores —- os fundamentos e a lógica da metodologia “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN-MARCA PRÓPRIA” como referencial.

VOCÊ TEM CERTEZA QUE O PROCESSO / PRODUTO DECISÓRIO MCO DE SEU NEGÓCIO É EFICAZ / DÁ RESULTADOS?

Dê um “banho” de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização privada ou governamental ou para os alunos de seus cursos de pós-graduação —- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo.

Incorporar nova lógica, práticas e tecnologias para a tomada de decisão é momento atual das organizações privadas e governos vencedores neste século XXI.

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado —- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas —- requer práticas para tomada de decisão inovadoras.

  • O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar “sustentabilidade patrimonial MCO” como conhecimento e prática definitiva nos processos decisórios.

 4 – BIBLIOGRAFIA.

1 — LIVRO “DESAFIO AOS DEUSES – A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO”—AUTOR: PETER BERNSTEIN – (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO – PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .

2 – LIVRO “GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA – EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO – MARÇO DE 2013.

3 – LIVRO “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”—AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES – EDITORA SARAIVA SÃO PAULO – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

4 – LIVRO “GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL” – AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL – PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL – PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 – Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO – BRASIL).

5 – LIVRO “GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE – EDITORA SENAC – SP – PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

6 — LIVRO “MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO”—ARTIGO / CAPÍTULO “INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI” – AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL – EDITORA ÁGORA-RJ — PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.

7 – LIVRO “AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA —- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2017.

8 – LIVRO “GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO” – AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR —- EDITORA JURUÁ-PR —- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

AUTOR: PROFESSOR DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL

PROFESSOR TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)

PROFESSOR DE DOUTORADO E DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP).

DOUTOR E MESTRE PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) COM TESE E DISSERTAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI).

OFICIAL DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL, FORMADO PELA ESCOLA NAVAL DO RIO DE JANEIRO (BRASIL) —- SERVIU NO CONTRATORPEDEIRO “PERNAMBUCO” (4) ANOS E NA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) (4) ANOS DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL.

EXECUTIVO E CONSULTOR DE EMPRESAS PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS NO BRASIL

AUTOR DE VINTE LIVROS NO BRASIL E DE UM LIVRO EM PORTUGAL — EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL; EDITORA ATLAS (GRUPO GEN); EDITORA SENAC – SP (SÃO PAULO – BRASIL); EDITORA ÁGORA (RIO DE JANEIRO — BRASIL); PUBLICAÇÕES EUROPA – AMÉRICA (LISBOA – PORTUGAL) —- OITENTA MIL EXEMPLARES VENDIDOS.

CONSULTOR, PALESTRANTE E COM ARTIGOS NOS ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, ESPANHA, PORTUGAL, ISRAEL, MÉXICO, ARGENTINA, URUGUAI, PANAMÁ.